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Limites?

Existe uma grande necessidade de compreensão nossa sobre os limites que precisamos estabelecer dentro das nossas relações. Com a finalidade de não só manter essas relações saudáveis, mas também de assegurar a nossa integridade física e mental.


Podem ser essas relações: amorosas (namorado, marido, ficantes), relações com amigos, relações familiares, sendo todas essas chamadas de relações interpessoais.


Ou a relação que temos conosco, a pessoal, que pode se dar a partir da conexão, da atenção e da importância que damos aos nossos sentimentos, as nossas emoções, as nossas escolhas e tudo aquilo que parte de nós de forma original.


E quando essas convivências acabam ultrapassando algumas áreas que para nós são de conforto, segurança e sensatez? Isso pode acabar gerando o que conhecemos como abusos (e aqui incluo os mais diversos), fazendo com que, de forma reativa, tomemos atitudes que não sejam tão condizentes com a realidade qual vivemos ou com o que estamos sentindo.


Inclusive: quem nunca já tomou uma reação passiva perante aquilo que nos faz sofrer? Dessa maneira, a longo prazo, pode ocasionar em patologia ou alguma psicossomática (como irritabilidade inflamações, mudanças na libido, coceiras e lesões)


Mas nem sempre impor limites é fácil. Ainda mais quando vivemos em uma sociedade que é movida e que se move por meio de parâmetros agressivos e pré conceitualizados por características e interesses pessoais, não por meio da equidade.


Quando identificamos e constatamos que existem pessoas que são colocadas diariamente à margem da vulnerabilidade através desses dispositivos diretos de opressão e repressão, falar sobre limites ou então “exigi-los” partindo da nossa autocobrança, se torna injusto demais.

Portanto, é essencial estabelecer limites como uma forma de prevenir e preservar a nossa saúde mental e física.

Mas para isso, se torna indispensável pensar nas circunstâncias, no sistema e nas relações às quais nos submetemos e/ou somos submetidos, e nas consequências que esses limites podem trazer!

E o processo psicoterapêutico pode ser um grande aliado durante esse processo.


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