O inconsciente é uma dança entre...


As primeiras marcas construídas em nosso período de se entender ser humane com o que sabemos agora. Descobri isso em uma sessão de psicoterapia, em um dia em que estava "desacolhendo" minhas angústias, colocando todas as culpas e adjetivos negativos que existem e me culpabilizando por todas as ações repetitivas que tomo, que eu sei que me faz mal, mas que mesmo assim eu continuo agindo da mesma forma em sua maioria das vezes.


Saber as problemáticas é um ponto. Mas o processo de autoconhecimento é longo, porque toca exatamente ali onde você nem sabe onde fica, nem sabe como é, se o nome é esse tal de "marcas da infância" ou tem nomenclaturas acadêmicas que eu possa colocar aqui para que soe mais bonito.


É quase um cair e se ralar, mas da cabeça? E que você repete o ralado da mesma forma até visualizar que talvez toda essa movimentação não combina mais com você? Me senti tentando reinstalar um aplicativo do celular com o fim de arrumar os bugs.


Mas esses bugs são de anos e eu nem reconhecia que eram antes de chegar até aqui. Após alguns anos olhando para mim e conhecendo cada app. Do coração à razão. Do que eu posso tocar e o que não posso. Do concreto e abstrato que existe em mim. Aqueles cinquenta minutos pareceram horas. Briguei comigo mesma entre o que eu conhecia consciente e o que está inconsciente.


Você sabia que os dois podem ser totalmente diferentes? Se olhar pode ser bem mais complexo e interessante do que parece.

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